Confiram o ensaio fotográfico do Pietro no Estádio Olímpico.
É ou não é a coisa mais fofa desse mundo?
Confiram o ensaio fotográfico do Pietro no Estádio Olímpico.
É ou não é a coisa mais fofa desse mundo?
Hoje, meu pequeno completa três meses. Todo mundo diz que é o primeiro marco na vida dos bebês. “Ah, depois dos três primeiros meses, tudo se ajeita”. “O difícil são os três primeiros meses. Depois que passar, tudo fica mais fácil”, são as frases que mais ouvi todos esses 90 dias de vida do Pietro, sempre após as minhas colocações de que a vida com um bebê em casa não era nada fácil (porém, muito mais gostosa!).
Pois hoje, Pietro encerra o primeiro trimestre de vida e com chave de ouro. Ele está ótimo, com uma saúde de ferro, grande – 61cm – e pesado – 6.850kg. A cada dia é uma nova descoberta sempre acompanhadas de sorrisos cada vez mais sincero e espontâneos.
Agora ele não é mais um recém-nascido, já é um bebê. Daqui pouco mais de um mês já vai para a escolinha, com sua própria mochila, como qualquer garotinho que encara os primeiros anos da escola.
Sim, meu bebê está crescendo e meu coração fica cada vez mais apertado. Apertado de tanto amor que sinto por essa criatura linda que Deus colocou no meu caminho. Pietro me ensina algo novo a cada dia. Porém, a principal lição que estou aprendendo com ele é a ter paciência. Paciência para esperar ele crescer no seu tempo, paciência para esperar as coisas acontecerem no seu tempo, paciência com os outros, paciência com a vida.
Pietro, mamãe te ama, muito, pra sempre!
Estamos visitando escolinhas para colocar o Pietro a partir de janeiro, quando termina a minha licença maternidade e eu retorno à rotina de trabalho de oito horas (ou mais) diárias. Por isso, eu e o Má decidimos que o Pietro vai para uma escolinha ao invés de deixar com uma babá em casa.
O que nos levou a chegar a essa conclusão? Vários motivos, mas o principal deles é a questão da confiança em colocar uma pessoa dentro de casa para ficar sozinha com meu filho. Sinceramente? Não é algo que me deixa tranquila. Por isso, a melhor solução foi procurar por uma escolinha que pudesse receber nosso pequeno e cuidar dele, o mais próximo daquilo que nós cuidamos.
Desde que retornei da temporada em Americana estamos visitando escolas. Já fomos em umas cinco escolas e decidimos por uma que nos foi muito bem recomendada. A Viver e Conviver e a escolhida, e é lá que também estuda o afilhado do Má, o Guilherme, um alemão de três anos e meio, que adora o Pietro e que está nessa escola desde os três meses.
Nessas visitas que fizemos, encontramos de tudo um pouco. Porém, a palavra mais ouvida em todas as escolas é: estimulação. Os pais que forem procurar escola para colocar seu filho deve prestar atenção nessa questão: a escola que optei, vai estimular meu filho? Alguns psicólogos alegam que não tem necessidade de ter estimulação antes dos 10 meses, porém, ouvir música, conviver com outras crianças, ir para o pátio para receber um solzinho, ouvir histórias infantis, brincar com brinquedos, tudo isso é estimulação e qualquer criança deve receber, seja em casa ou na escola.
Tudo isso aprendi nessas visitas, que também me ensinaram a fazer algumas atividades em casa mesmo, nesse último mês de licença maternidade, que ficarei integralmente com o Pietro.
Há também outros itens que os pais devem observar quando for escolher a escola. Se as professoras usam toucas e propés no berçário, como é feita a comida servida para as crianças, se os brinquedos são lavados e esterelizados diariamente, como são os berços, se o local onde é feita a troca de fraldas é limpo e esterelizado e, principalmente, como é o aspecto das outras crianças, não apenas do berçário. Se estão felizes, sorrindo, brincando, pois tudo isso é importante para saber se a escola dá a atenção necessária de acordo com cada aluno.
Estamos em Americana há 15 dias e os paparicos não poderiam ser diferentes. Vovó e vovô não param de mimar o Pietro, e dinda e dindo são a melhor escolha para cuidar do pequeno… os quatro fazem de tudo para agradar esse “pequerrucho”, que já percebeu a mordomia e fica fazendo graça para todos em casa.
Viram? Ele fica no colo de todos (minha mãe não está nas fotos, pois é ela quem faz as imagens!) e está a-d-o-r-a-n-d-o!! Quero só ver quando voltar para Porto Alegre e Pietro começar a reclamar que só tem dois colos por lá….rs!
Ontem, Pietro fez sua primeira viagem de avião. Com apenas 51 dias. E não é que o gurizinho se comportou muito bem, sem chororô e atraindo olhares de todos os passageiros e tripulantes.
Saímos de Porto Alegre às 13h15 e quase perdemos o vôo. Eu inventei de levar minha bolsa, a bolsa do Pietro, uma sacola com meu netbook, mais o xale do Pietro, o sling e ele, meu filho. Bom, nem preciso dizer que se não fosse minha irmã para ajudar, eu teria desistido da viagem antes de passar o portão de embarque. Enfim, conseguimos embarcar e nos acomodamos. Não sem antes parecermos a Família Trapo.
Atenção mamães virgens como eu: se forem viajar de avião com seus filhotes, levem a menor quantidade de bagagem de mão possível. Se puderem, levem as “tralhas” em uma mochila, pois assim as mãos ficam livres para segurar os bebês, entre outras necessidades.
O vôo fez uma escala em Navegantes (SC) e, mesmo com o calor e a posição incômoda, Pietro nem se abalou, continuou em seu sono de rei, refastelado, ora no meu colo, ora no colo da Dinda.
Chegamos em Campinas por volta das 16 horas e os avós mais corujas do mundo já estavam esperando no saguão de desembarque do aeroporto de Viracopos, prontos para a estada de 20 dias que eu e ele teremos em terras americanenses.
Nem preciso dizer que a estada dela em casa foi pra lá de providencial para aliviar o cansaço meu e do Má, além de me fazer companhia nesses dias que não saio de casa para nada.
E quinta-feira embarcamos, eu, Thais e Pietro, para Americana, para uma temporada de 15 dias em solo paulista. Meu coração está dividido por ficar longe do Má por tanto tempo - será o maior período que iremos ficar longe. Mas, por outro lado, estou bem feliz e ansiosa para reencontrar meus pais e meu irmão e para o Pietro curti-los como uma grande família.
As próximas notícias mando de lá, de Americana, após o reencontro dos avós com o neto amado.
Foram 30 dias de muito amor, carinho e dedicação. A avó mais fresca do pedaço, minha mãe Kate, se despediu ontem do meu pequeno com os olhos vermelhos de chorar e o coração apertado de saudades.
Ficam conosco a lembrança de todos esses dias e noites em que ela acordou nas madrugadas para niná-lo, trocou as fraldas, deu banho, beijou, acarinhou e cuidou do meu pequeno como ninguém poderia cuidar melhor.
Nessas fotos ficam alguns deliciosos momentos que passamos juntos nesse curto espaço de tempo.
Agora, daqui pra frente, seremos apenas eu, o Má e o Pietro…. seja o que Deus quiser!
Pietro nasceu em uma família grande. Ele tem dois irmãos por parte de pai, dois tios e duas tias por parte de mãe e de pai, além dos quatro avós e de duas primas. Isso sem contar os primos meu e do Má, os filhos dos primos, os nossos tios….ufa, é gente demais!
Aos poucos vamos registrando um pouquinho dessa grande família e mostrando para vocês. Hoje tem um pedacinho da nossa família que vive aqui no Rio Grande do Sul….
Juçá, a avó materna, e a prima Luiza, dois meses mais velha que o Pietro (praticamente uma mocinha)
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